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terça-feira, agosto 01, 2023

Beijing Law Review - Civil Law

Beijing Law Review

Classificação: A1

Dossiê temático: Civil Law

Prazo: 10/08/2023

Titulação: O direito civil é um ramo importante do direito que se origina na Europa continental e é adotado em grande parte do mundo. Ele serve como a principal fonte de direito, que se preocupa mais com casos entre pessoas individuais onde uma pessoa comete um delito que é prejudicial para outra pessoa, seus direitos ou sua propriedade, e também resolve disputas entre indivíduos e organizações. O objetivo desta edição especial é fornecer uma plataforma para cientistas e acadêmicos de todo o mundo promoverem, compartilharem e discutirem várias novas questões e desenvolvimentos na área do direito civil. Nesta edição especial, pretendemos convidar pesquisadores e autores de primeira linha a submeterem pesquisas originais e artigos de revisão que explorem o Direito Civil.

Mais Informações: Nesta edição especial, pretendemos convidar pesquisadores e autores de primeira linha a submeterem pesquisas originais e artigos de revisão que explorem o Direito Civil. Os tópicos potenciais incluem, mas não estão limitados a: Lei de propriedade; Lei comercial; Lei de família; direito imobiliário; direito marítimo; direito canônico; Contencioso civil; Violações de contrato; Danos pessoais; Tribunal de trabalho; sistema inquisitorial; Práticas feudais e locais.

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segunda-feira, julho 17, 2023

Revista Desempenho - A(s) cultura(s) na educação em línguas: olhares, propostas e compromissos

Revista Desempenho

Classificação: B3

Dossiê temático: A(s) cultura(s) na educação em línguas: olhares, propostas e compromissos

Prazo: 01/08/2023

Titulação: Há décadas pesquisadores/as nacionais e além-fronteiras alertam para a falsa dicotomia língua(gem)-cultura com que às vezes se opera no ensino-aprendizagem de uma língua. Rajagopalan (2021, p. 9) chama ambos os termos de “uma dupla de gêmeos siameses – não há como pensar num sem que se invoque, ao mesmo tempo, a ideia do outro”. Esforços em fraturar essa relação constitutiva estão fadados ao fracasso. Mas o que é a cultura, afinal? Muito tem sido escrito a respeito. É “o complexo de valores, costumes, crenças e práticas que constituem o modo de vida de um grupo específico?” ou, segundo o mesmo autor dessa definição, Terry Eagleton (2011, p. 54-55), é “o conhecimento implícito do mundo pelo qual as pessoas negociam maneiras apropriadas de agir em contextos específicos?”. Serrani (2020, p. 39-40) avança em outros caminhos e o compreende como um conceito que permite a reivindicação de identidades específicas, geralmente minoritarizadas ou postas à margem no tecido social, mas também como o que faz referência às produções artísticas, científicas e de outras ordens. É tudo o que criamos e não nos foi dado? Ela está no que fazemos, pensamos e dizemos? No século passado o teórico Stuart Hall (1997, p. 16, destaque do autor) já destacava a centralidade deste conceito, porque “toda ação social é ‘cultural’”. E essa centralidade continua nos dias atuais, nos instigando e desafiando, principalmente quando pensamos e fazemos (ou tentamos fazer) acontecer o ensino-aprendizagem de línguas sem cair em exotismos ou banalizações do cultural. Ou melhor, do sociocultural, porque não há como pensar a cultura sem sua ancoragem social. Assim, esta chamada convida pesquisadoras/es que queiram contribuir com artigos que abram espaço para deslocamentos, problematizações, atualizações e propostas em torno deste fugidio conceito, pensando em contribuições teórico-práticas para o ensino-aprendizagem de línguas - em perspectivas diversas -, compromissadas com uma formação linguística para ler e estar no mundo.

Mais Informações: A Revista Desempenho é uma publicação que se destina a pesquisadores/as cujos trabalhos, inéditos, se enquadrem nas temáticas relacionadas a área de concentração do Programa de Pós-graduação em Linguística Aplicada (PGLA) da Universidade de Brasília (UnB) e suas linhas de pesquisa: Ensino, Aprendizagem e Formação de Professores de Línguas: são bem-vindos trabalhos que enfoquem os vários aspectos dos processos de ensinar, aprender e avaliar línguas em diferentes contextos educacionais, mídias e tecnologias. Língua, cultura e sociedade: são bem-vindos trabalhos que enfoquem as diferentes formas de inter-relação e interdependência entre língua, cultura e identidades nas diversas relações entre linguagem, sociedade e educação. Também abriga trabalhos sobre práticas de linguagem nas mais ampliadas e diversas esferas sociais.

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sexta-feira, junho 23, 2023

Revista Desempenho - Direito do Trabalho e Configurações Institucionais: normas, práticas e concepções em disputa

Revista Desempenho

Classificação: B3

Dossiê temático: Direito do Trabalho e Configurações Institucionais: normas, práticas e concepções em disputa

Prazo: 01/08/2023

Titulação: Há décadas pesquisadores/as nacionais e além-fronteiras alertam para a falsa dicotomia língua(gem)-cultura com que às vezes se opera no ensino-aprendizagem de uma língua. Rajagopalan (2021, p. 9) chama ambos os termos de “uma dupla de gêmeos siameses – não há como pensar num sem que se invoque, ao mesmo tempo, a ideia do outro”. Esforços em fraturar essa relação constitutiva estão fadados ao fracasso. Mas o que é a cultura, afinal? Muito tem sido escrito a respeito. É “o complexo de valores, costumes, crenças e práticas que constituem o modo de vida de um grupo específico?” ou, segundo o mesmo autor dessa definição, Terry Eagleton (2011, p. 54-55), é “o conhecimento implícito do mundo pelo qual as pessoas negociam maneiras apropriadas de agir em contextos específicos?”. Serrani (2020, p. 39-40) avança em outros caminhos e o compreende como um conceito que permite a reivindicação de identidades específicas, geralmente minoritarizadas ou postas à margem no tecido social, mas também como o que faz referência às produções artísticas, científicas e de outras ordens. É tudo o que criamos e não nos foi dado? Ela está no que fazemos, pensamos e dizemos?  No século passado o teórico Stuart Hall (1997, p. 16, destaque do autor) já destacava a centralidade deste conceito, porque “toda ação social é ‘cultural’”. E essa centralidade continua nos dias atuais, nos instigando e desafiando, principalmente quando pensamos e fazemos (ou tentamos fazer) acontecer o ensino-aprendizagem de línguas sem cair em exotismos ou banalizações do cultural. Ou melhor, do sociocultural, porque não há como pensar a cultura sem sua ancoragem social. Assim, esta chamada convida pesquisadoras/es que queiram contribuir com artigos que abram espaço para deslocamentos, problematizações, atualizações e propostas em torno deste fugidio conceito, pensando em contribuições teórico-práticas para o ensino-aprendizagem de línguas - em perspectivas diversas -, compromissadas com uma formação linguística para ler e estar no mundo.

Mais Informações: A Revista Desempenho é uma publicação que se destina a pesquisadores/as cujos trabalhos, inéditos, se enquadrem nas temáticas relacionadas a área de concentração do Programa de Pós-graduação em Linguística Aplicada (PGLA) da Universidade de Brasília (UnB) e suas linhas de pesquisa: Ensino, Aprendizagem e Formação de Professores de Línguas: são bem-vindos trabalhos que enfoquem os vários aspectos dos processos de ensinar, aprender e avaliar línguas em diferentes contextos educacionais, mídias e tecnologias. Língua, cultura e sociedade: são bem-vindos trabalhos que enfoquem as diferentes formas de inter-relação e interdependência entre língua, cultura e identidades nas diversas relações entre linguagem, sociedade e educação. Também abriga trabalhos sobre práticas de linguagem nas mais ampliadas e diversas esferas sociais.

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sexta-feira, junho 16, 2023

Vivência: Revista de Antropologia da UFRN - DEBATES ATUAIS SOBRE CONSUMO NA ANTROPOLOGIA E CIÊNCIAS SOCIAIS

Vivência: Revista de Antropologia da Universidade Federal do Rio Grande do Norte

Classificação: A2

Dossiê temático: DEBATES ATUAIS SOBRE CONSUMO NA ANTROPOLOGIA E CIÊNCIAS SOCIAIS

Prazo: 15/08/2023

Titulação: Em 1979, Mary Douglas e Baron Isherwood lançaram O mundo dos bens: Por uma antropologia do consumo. A obra, pela primeira vez, analisa o consumo pela ótica da antropologia. Os bens, para os autores, são comunicadores e atuam como poderoso sistema de classificação. O consumo é um processo, e o que ocorre com bens no âmbito da vida cotidiana é parte desse processo, ou seja, é preciso que se pense no que ocorre com os bens quando chegam às mãos dos consumidores. Uma década mais tarde, em A invenção do cotidiano, Michel de Certeau e dois dos seus pesquisadores, Pierre Mayol e Lucy Giard (1980), reafirmaram esse aspecto do consumo, argumentando que os indivíduos se produzem na vida cotidiana. Assim, a ideia de práticas de consumo, envolvendo escolhas, as diferentes formas de acesso aos bens, a fruição e, tema que vem sendo fortemente discutido na atualidade, o descarte, são partes desse processo. Na atualidade percebemos a intensa presença da internet e dos dispositivos digitais conectados nas relações sociais, nas formas de negociação e processos de consumo, agora fortemente filtrados pela atuação dos algoritmos nos meios digitais (DOMINGUES, 2013 e 2016), o que, por si só, já abre toda uma agenda de debates no campo dos estudos de consumo, convergindo para questões sobre vigilância, política, direitos. A pandemia de coronavirus/COVID-19 que parou o mundo em 2020, catalisou, para aqueles com acesso à rede, essas formas mediadas de produção, negociações (monetárias ou não) e consumo de bens, serviços e experiências digitais (como games, e-books e streamings audiovisuais), ou materiais (lojas, sites e aplicativos de compra e venda, em geral).

Mais Informações: É nesse contexto que pretendemos, com esse dossiê, reunir trabalhos que tragam reflexões acerca de práticas e debates correntes sobre consumo, considerando processos de escolha, novas formas de aquisição e acessos, fruição, experiências e descarte. Serão especialmente acolhidos textos que incluam reflexões com base em resultados de trabalhos etnográficos, e, ainda, que abordem suas mediações algorítmicas e relações com a mídia de massa, suas dimensões políticas e/ou jurídicas, sustentabilidade e meio ambiente, dentre outras discussões correntes no campo da antropologia e das ciências sociais que se dedicam ao seu estudo.

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sexta-feira, maio 19, 2023

Revista Brasileira de História e Ciências Sociais - História social do crime e da justiça: trajetórias, práticas e controles

Revista Brasileira de História e Ciências Sociais

Classificação: A2

Dossiê temático: História social do crime e da justiça: trajetórias, práticas e controles

Prazo: 31/08/2023

Titulação: O presente dossiê tem como proposta reunir estudos que tomam como fio condutor das análises trajetórias de mulheres e homens que em algum momento de suas vidas aparecem em fontes judiciais. A escolha pelo estudo de percursos individuais, bem como de eventos singulares, aparece como um recurso metodológico que permite acessar contextos diversos para a compreensão de fenômenos mais amplos. Destaca-se, nesse sentido, o método da micro-história como uma perspectiva que possibilita apreender a agência, racionalidade e estratégias, bem como a complexidade das interações, embates, diferenças e contradições do real. Enquanto uma maneira de ler as fontes e construir os problemas de pesquisa, a referida metodologia valoriza percursos e documentos excepcionais como uma escolha que permite identificar normas que somente são identificadas em casos extremos (GRENDI, LEVI). Além disso, a micro-história, ao propor uma leitura atenta, lenta e aproximada dos registros documentais, confere atenção para os indícios e sinais como elementos reveladores de práticas e universos socioculturais invisíveis através de outros recursos metodológicos (GINZBURG).

Mais Informações: Entende-se que as fontes criminais são um material documental privilegiado para se apreender as experiências sociais de homens e mulheres que geralmente aparecem de forma silenciadas em outras fontes. Tomar como ponto de partida percursos femininos ou masculinos como uma via para construção de novos problemas de pesquisa, e através de uma perspectiva relacional e crítica, buscando analisar os modos de pensar e se relacionar em espaços urbanos e rurais, é uma das perspectivas que deverá unir alguns dos artigos da presente proposta. Estudos de trajetória, de mulheres e homens, que deixaram rastros das suas ações e percepções em fontes judiciais/criminais, bem como em outras instituições públicas de controle, como em registros de paróquias e na imprensa, são aspectos fundamentais para aproximar as pesquisas que tratam de problemáticas diversas. Além dos temas do crime, das práticas de justiça e da polícia, destacam-se outros assuntos como: violência, gênero, família, honra, masculinidades, comunidade, relações interétnicas, usos da justiça, direito, migrações, mundos do trabalho, prostituição, circulação de práticas e saberes, criminalidade, redes e conexões atlânticas.

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segunda-feira, maio 08, 2023

Revista Mundos do Trabalho: Vivendo nas minas: mineração e mundos do trabalho nos séculos XV-XVIII

Revista Mundos do Trabalho 

Classificação: A1

Dossiê temático: Vivendo nas minas: mineração e mundos do trabalho nos séculos XV-XVIII

Prazo: 30/08/2023

Titulação: O trabalho e os trabalhadores estão no centro da história da construção do mundo na época moderna. A mineração e a vida nas minas ocupam uma parte importante dessa história. Entre os séculos XV e XVIII, metais como o ouro e a prata foram cruciais para motivar e financiar empresas colonizadoras, bem como para possibilitar a circulação de trabalhadores, conhecimentos, técnicas e tecnologias em um mundo cada vez mais conectado. São conhecidos os números concretos do mercado global de mineração, as políticas imperiais/coloniais que tentaram regular estes processos, bem como os locais onde os subprodutos mineiros foram integrados nas cadeias de consumo. Ao contrário, as experiências de pessoas comuns que trabalharam e viveram nas minas continuam sendo um ângulo a ser consolidado. Por isso, este dossiê se interessa especialmente por uma história social da vida nas minas que coloca os trabalhadores no centro do debate.

Mais Informações: O convite é para refletir sobre as conexões e comparações entre o trabalho nas minas em diversas regiões do globo e, ao mesmo tempo, trazer à luz os trabalhadores das minas, suas vidas e relações cotidianas. Uma perspectiva que considera processos espaço-temporais mais amplos, analisando as intersecções entre projetos políticos, redes de indivíduos ou trajetórias de vida. Ao recortar os séculos XV-XVIII, busca-se ultrapassar a aparente oposição entre trabalho livre e escravo, voltando para as experiências dos sujeitos históricos escravizados, livres e libertos. A mineração é um lócus privilegiado de análise dos variados níveis de liberdade no trabalho-não-livre e as formas de coerção em sistemas de trabalho livre. Cabe questionar: como os trabalhadores viveram, foram tratados, remunerados, como eram transportados, como era a sua moradia? Havia uma divisão do trabalho de acordo com gênero, idade e habilidade? Ou ainda, o conhecimento técnico, a destreza em um ofício, ou ser homem, ou mulher eram fatores que diferenciavam suas experiências? Os trabalhos eram sazonais e seguiam que ritmos de produção? E, sobretudo, vale pensar como os trabalhadores refletiam sobre suas experiências, negociavam e resistiam à perda de seus modos de vida e privilégios. Por fim, como comunidades inteiras subsidiam o trabalho nas minas, é preciso compreender como foram afetadas, se as minas alteraram sua capacidade de acumulação e produção.

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terça-feira, abril 11, 2023

Revista Mundos do Trabalho - Vivendo nas minas: mineração e mundos do trabalho nos séculos XV-XVIII

Revista Mundos do Trabalho

Classificação: A1

Dossiê temático: Vivendo nas minas: mineração e mundos do trabalho nos séculos XV-XVIII

Prazo: 30/08/2023

Titulação: O trabalho e os trabalhadores estão no centro da história da construção do mundo na época moderna. A mineração e a vida nas minas ocupam uma parte importante dessa história. Entre os séculos XV e XVIII, metais como o ouro e a prata foram cruciais para motivar e financiar empresas colonizadoras, bem como para possibilitar a circulação de trabalhadores, conhecimentos, técnicas e tecnologias em um mundo cada vez mais conectado. São conhecidos os números concretos do mercado global de mineração, as políticas imperiais/coloniais que tentaram regular estes processos, bem como os locais onde os subprodutos mineiros foram integrados nas cadeias de consumo. Ao contrário, as experiências de pessoas comuns que trabalharam e viveram nas minas continuam sendo um ângulo a ser consolidado. Por isso, este dossiê se interessa especialmente por uma história social da vida nas minas que coloca os trabalhadores no centro do debate. O convite é para refletir sobre as conexões e comparações entre o trabalho nas minas em diversas regiões do globo e, ao mesmo tempo, trazer à luz os trabalhadores das minas, suas vidas e relações cotidianas. Uma perspectiva que considera processos espaço-temporais mais amplos, analisando as intersecções entre projetos políticos, redes de indivíduos ou trajetórias de vida. Ao recortar os séculos XV-XVIII, busca-se ultrapassar a aparente oposição entre trabalho livre e escravo, voltando para as experiências dos sujeitos históricos escravizados, livres e libertos.

Mais Informações: A mineração é um lócus privilegiado de análise dos variados níveis de liberdade no trabalho-não-livre e as formas de coerção em sistemas de trabalho livre. Cabe questionar: como os trabalhadores viveram, foram tratados, remunerados, como eram transportados, como era a sua moradia? Havia uma divisão do trabalho de acordo com gênero, idade e habilidade? Ou ainda, o conhecimento técnico, a destreza em um ofício, ou ser homem, ou mulher eram fatores que diferenciavam suas experiências? Os trabalhos eram sazonais e seguiam que ritmos de produção? E, sobretudo, vale pensar como os trabalhadores refletiam sobre suas experiências, negociavam e resistiam à perda de seus modos de vida e privilégios. Por fim, como comunidades inteiras subsidiam o trabalho nas minas, é preciso compreender como foram afetadas, se as minas alteraram sua capacidade de acumulação e produção.

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